Magia Planetária do Lotus Negro




Curso que combina técnicas de Magia Moderna da Order of the Golden Dawn e da Magia Salomônica dos Grimórios Medievais.

1- Na Magia Cerimonial Moderna os sete planetas foram adotados como os símbolos mais comuns para produzir efeitos práticos e de iluminação. Isto é assim porque as sete forças planetárias abrangem a maior parte do que as pessoas querem fazer quando entram para a magia – feitiços de amor e cura, magias de riqueza e até maldições. O conjunto de símbolos planetários é, portanto, altamente adequado para operações mágicas e místicas avançadas. 2- Do ponto de vista mágico cada planeta representa um tipo de força astral ou arquetípica bastante específica. Essa força planetária-sephirótica pode ser atraída à manifestação através do uso correto de símbolos e/ou imagens que são úteis no trabalho cerimonial, quer através de simpatias naturais, quer através de associação de ideias.

3- Falando dos planetas, estamos nos referindo aos planetas ditos ‘tradicionais”, que são cinco atualmente visíveis (Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno), que perfazem sete juntamente com o sol e a Lua, os quais, naturalmente, não são planetas sob o ponto de vista astronômico. Entretanto estamos mais interessados na dinâmica dos mundos interiores do que na organização física dos mundos materiais, e os sete plantas tradicionais são convenientes focos simbólicos para sete tipos de energias do plano interior ou do mundo astral.

4- As 7 energias cósmicas ou planetárias, os 12 signos do zodíaco e os 4 elementos são diferenciações da Luz Astral Bruta. Os poderes planetários podem ser combinados com os 12 signos astrológicos ou zodiacais pois estes são “governados” pelos planetas e representam uma fonte adicional de correspondências simbólicas. Basta examinar um simples manual de Astrologia para conseguir inspirações bastante sugestivas.

5- Na magia astral planetária os 12 signos do Zodíaco agem como janelas ou filtros que dão um colorido específico à cada força planetária invocada durante os ritos. O signo, portanto, modifica a energia do planeta e lhe dá uma direção e um canal especial através do qual ele possa fluir a sua energia.

6- Um signo sozinho não tem poder. Este pertence aos planetas. Signos são formas de ação, modos pelos quais o poder é canalizado. Talvez a melhor forma de entender seja considerar cada signo como uma janela simbólica através da qual passa a luz. O signo é a janela, o planeta é a luz. Obviamente cada planeta terá um efeito diferente em cada um dos doze signos do zodíaco. Marte, o planeta da energia e do direcionamento, será expresso de forma agressiva e forte em um signo de Fogo tal como Áries, mas terá tons mais emocionais em um signo de Água como Câncer.

7- Nas operações práticas de Magia Planetária nós oferecemos um plano alternativo do templo ou círculo mágico, em forma de hexagrama, ou “Estrela de Davi”, no qual estão assinalados seis potencias planetárias em cada ponta do hexagrama com o sol no centro do mesmo. 8- Os estudantes de Kabalah logo reconhecerão que este desenho deriva da Árvore da Vida, com Saturno na posição de Daat, assumindo os poderes da Tríade Superna, composta de Kether, Chokmah e Binah. Por sua vez a Lua, em Yesod, também incorpora os poderes da Terra de Malkuth.

9- Podemos ver por esse diagrama que, se nos colocarmos no centro do templo (círculo mágico), estaremos no ponto do Sol central, ao redor do qual revolvem os outros planetas (a Lua gira ao redor do Sol por ser um satélite da Terra).



10- Quanto aos glifos dos planetas nas pontas do Hexagrama ou “Estrela de Salomão” eles dizem respeito a direção da corrente planetária-sephirótica que se efetua nesta ou naquela direção, conforme a egrégora cabalística. Também porque a invocação de cada anjo ou gênio planetário obedece a esta mesma direção, juntamente com as inteligências e espíritos menores a ele relacionado.

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